quarta-feira, 4 de março de 2015

"Aly, água mole em pedra dura...Boa. Tens 'culpa' nisto!"


Um grupo de 16 editores e chefes de redação de oito jornais da Guiné-Bissau vão receber a partir de quinta-feira formação em língua portuguesa graças a uma iniciativa da União Europeia (UE), anunciaram hoje os promotores. As sessões vão recorrer a exemplos dos próprios jornais guineenses que servirão como "fonte primeira para identificação das situações em análise", refere a organização em comunicado.

Apesar de serem escritos em Português, os jornais guineenses têm erros frequentes que a formação pretende ajudar a eliminar ao longo de 16 sessões de duas horas cada, seguidas de dois meses de acompanhamento nos locais de trabalho, em maio e junho. A unidade de formação dedicada à gramática e texto será uma das que vai ocupar mais horas (12 no total).

Outras vão incluir temas como conceitos de base da língua, estatuto e função, norma e variação e ainda noções de textualidade. A iniciativa vai decorrer na Universidade Amílcar Cabral (UAC) no quadro do Programa de Apoio aos Atores Não Estatais (UE-PAANE) e com recurso a três docentes universitários. Lusa

NOTA: Vou estar atento aos formadores. AAS